segunda-feira, março 16, 2015

AS URNAS ELETRÔNICAS

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O argumento principal dos idioPTas quando aos pedidos de auditoria nas urnas eletrônicas é o de que “coxinhas não sabem perder”, ou “não têm personalidade para aceitar o resultado das urnas”, por aí afora, nesse sentido.

As urnas eletrônicas não são nem nunca foram seguras ou à prova de fraudes. E a negativa sistemática do TSE em permitir uma auditoria independente não tem uma justificativa lógica. Como não tem justificativa a resistência em permitir ou autorizar ou determinar o registro impresso do voto.

Outra monstruosidade é que a Justiça Eleitoral, em última análise, é incompetente o suficiente para errar mas é competente o suficiente para apurar, investigar e julgar seus próprios erros. Quem não gostaria de ser juiz nas próprias causas que lhe dizem respeito?

Mas, devagar e sempre, as coisas estão começando a produzir algum resultado.


Dirão os simpatizantes: isto é coisa do imperialismo americano. Para eles esse argumento é válido. Mas para os inconformados não vale alegar que foi uma empresa venezuelana, a Smartmatic, que prestou serviços nas nossas eleições presidenciais de 2014. E isto, por si só, já é suspeito. E, ainda, há quem diga sobre a instalação de uma base da própria Starmatic em Cuba...

Mas querem que nos conformemos com o resultado das eleições, com a voz das urnas, e sob esse argumento desqualificar auditorias ou exames nas urnas. Ainda que esse resultado tenha sido manipulado, por isto nulo, e a voz das urnas sejam potentes e retumbantes como a voz de um mudo. 
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